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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Cabelos Coloridos *.*

Hoje trago para o blog uma coisa muito, muito legal: Cabelos Coloridos! O Lin me deu a ideia de fazer um post sobre isso um tempo atrás, e hoje, navegando pelo We ♥ It, achei a foto acima, e resolvi pegar mais fotos e postar sobre isso agora.
Mas, antes de começar com a maratona de imagens, eu tenho que confessar uma coisa: São tantas cores lindas, que dá até vontade de fazer um rainbow e colocar todas as cores juntas, rs. Mas claro que eu não faria, porque dá um trabalhão, e não combina comigo. Eu gosto de no máximo 3 cores. E voltando ao assunto principal, aqui vai a minha confissão: Tô com uma vontade enoooorme de pintar o meu cabelo de rosa. No momento, como estou com vermelho e azul, não dá pra mudar de cor... Vou continuar com o vermelho até o fim desse ano, e em 2014, eu estreio o rosa *--*


Cara, pirei nesse *.* muito lindo. Achei que castanho e verde não combinava...

Olha o cabelo green da senhorita Balford *.*
Ola o cabelo pink e green da senhorita Balford *.* (Lowise fechando a cara em 3,2,1...)
O cabelo dela é foda: sim ou claro?
Impossível falar de cabelo colorido sem citar a MariMoon né :3 (Kralho, tá igualzinha a Puthaynara '-')
Me Gusta esse casaco...
Gostei do cabelo *.* e do batom...
Cabelo e batom dahora :)
Verde desbotado, uma gaixinha ao contrário do vermelho...
♥♥Turquesa♥♥
Gostei dessa foto. E que lindeza esse cabelo *.*
Azul escuro, me gusta. Essa menina tá com uma cara de dor de barriga...
Roxo lindo e perfeito!
Veeeey na boa, xonei *.* o cabela tá perfeito nessa foto!!

Muito linda essa plumagem rosa *--* (tá vendo Lin? Isso aí é plumagem, vê se aprende ^.^)
Olha que cor mais linda *--*
Na minha opinião, o cabelo que fica melhor pra MariMoon é o rosa :)
Ah, e como eu ia esquecer do meu queridinho, o vermelho cereja? E é claro que esse post tem que ter a Hayley Williams, afinal, ela é sinônimo de vermelho.
Sim, isso aí é tinta fantasia. Nas tintas da Exotic Criativ esse tom é o Ruivo Britanic, que é bem parecido com a cor do meu cabelo quando não tá desbotado.
Esse pende mais pro laranja. Mas também é muito lindo, e estou pensando seriamente em trocar meu vermelho cereja por um vermelho fogo...
-
Então, eu cheguei ao final desse post enooorme sobre cabelos coloridos. Eu estava pesquisando no Google e no We ♥ It, e é imagem bonita que não acaba mais, e fica bem difícil escolher.
Quem sabe, com esse post, o Lin, o Lowise, o Tutuzim e a Lwanninha não ficam inspirados e não resolvem entrar para o Clube dos Coloridos?
Só que nunca...

"E nunca mesmo, onde que cê tá com a cabeça hein ô, colorida!!"
Lowise Balford

quinta-feira, 14 de março de 2013

Marilyn Monroe

Marilyn Monroe (nascida Norma Jeane Mortenson; 1 de junho de 1926 — 5 de agosto de 1962) foi uma atriz, cantora e modelo americana, que se tornou um sex symbol, estrelou em mais de 30 filmes que se tornaram um sucesso durante os anos de 1950 e 1960.
          Depois de passar boa parte de sua infância em lares adotivos, Monroe começou uma carreira como modelo, o que levou a um contrato de cinema em 1946 com a Twentieth Century-Fox. Suas aparições nos seus primeiros filmes eram pequenas, mas suas performances em The Asphalt Jungle, All About Eve (ambos de 1950) e sendo a primeira pessoa a posar para a Playboy, chamou a atenção. Em 1952, ela teve seu primeiro papel principal em Don't Bother to Knock que prosseguiu com o papel principal no filme, Niagara, um filme melodramático que habitava em seu poder de sedução. Sua personalidade cômica em "loira burra" foi usada para filmes posteriores, como Gentlemen Prefer Blondes (1953), How to Marry a Millionaire (1953) e The Seven Year Itch (1955). Monroe estudou no Actors Studio para ampliar seu alcance na atuação para seu próximo filme dramático, o Bus Stop (1956), que foi aclamado pela crítica e recebeu uma indicação ao Globo de Ouro. Sua produtora, "Marilyn Monroe Productions", lançou The Prince and the Showgirl (1957), pelo qual recebeu uma indicação ao BAFTA e ganhou um prêmio italiano, David di Donatello. Ela recebeu um Globo de Ouro por sua performance em Some Like It Hot (1959). O último filme concluido de Monroe foi, The Misfits (1961), co-estrelado por Clark Gable com roteiro de seu então marido, Arthur Miller.
          As circunstâncias de sua morte, é de uma overdose de barbitúricos, têm sido objeto de conjectura. Embora oficialmente classificado como um "provável suicídio", a possibilidade de uma overdose acidental, bem como de homicídio, não foram descartadas. Em 1999, Monroe foi classificada como a sexta maior estrela-feminina de todos os tempos pelo American Film Institute. Nas décadas seguintes a sua morte, ela tem sido freqüentemente citado tanto como um ícone pop e cultural, bem como o símbolo sexual por excelência americana. Em 2009, um canal americano a nomeou na #1 posição das mulheres mais sexy de todos os tempos.

Fonte: www.wikipedia.com

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Haikai

Haikai (俳句 Haiku ou Haicai) é uma forma poética de origem japonesa, que valoriza a concisão e a objetividade. Os poemas têm três linhas, contendo na primeira e na última cinco caracteres japoneses (totalizando sempre cinco sílabas), e sete caracteres na segunda linha (sete sílabas). Em português é escrito haicai.
Em japonês, haiku são tradicionalmente impressos em uma única linha vertical, enquanto haiku em Língua Portuguesa geralmente aparecem em três linhas, em paralelo. Muitas vezes, há uma pintura a acompanhar o haicai (ela é chamada de haiga). "Haijin" é o nome que se dá aos escritores desse tipo de poema, e principal haijin (ou haicaísta), dentre os muitos que destacaram-se nessa arte, foi Matsuô Bashô (1644-1694), que se dedicou a fazer do haikai uma prática espiritual.
Haikai no Brasil
Segundo Goga (1988), o primeiro autor brasileiro de Haicai foi Afrânio Peixoto, em 1919, através de seu livro Trovas Populares Brasileiras, onde prefaciou suas impressões a respeito do poema japonês:
“Os japoneses possuem uma forma elementar de arte, mais simples ainda que a nossa trova popular: é o haikai, palavra que nós ocidentais não sabemos traduzir senão com ênfase, é o epigrama lírico. São tercetos breves, versos de cinco, sete e cinco pés, ao todo dezessete sílabas. Nesses moldes vazam, entretanto, emoções, imagens, comparações, sugestões, suspiros, desejos, sonhos... de encanto intraduzível”.
Quem o popularizou, porém, foi Guilherme de Almeida, com sua própria interpretação da rígida estrutura de métrica, rimas e título. No esquema proposto por Almeida, o primeiro verso rima com o terceiro, e o segundo verso possui uma rima interna (A 2ª sílaba rima com a 7ª sílaba). A forma de haikai de Guilherme de Almeida ainda tem muitos praticantes no Brasil.
Outra corrente do haikai brasileiro é a tradicionalista, promovida inicialmente por imigrantes ou descendentes de imigrantes japoneses, como H. Masuda Goga e Teruko Oda. Esta corrente define haikai como um poema escrito em linguagem simples, sem rima, estruturado em três versos que somem dezessete sílabas poéticas; cinco sílabas no primeiro verso, sete no segundo e cinco no terceiro. Além disso, o haikai tradicional deve conter sempre uma kigo. Estas são palavras ou frases, utilizadas na poesia japonesa, que têm uma associação com uma estação do ano. (Ex.: "sakura", "flor de cerejeira", é associada à Primavera).
Como fonte nipônica do ainda haiku, em sua forma original, GOGA atribui aos imigrantes japoneses, que começa com a chegada do navio Kasato Maru ao porto de Santos em 18 de junho de 1908. Nele estava Shuhei Uetsuka (1876-1935), um bom poeta de haiku, conhecido como Hyôkotsu. Consta ter sido a sua primeira produção, momentos antes de chegar ao porto de Santos, o seguinte haiku:
A nau imigrante
chegando: vê-se lá do alto
a cascata seca.
Foi na década de 1930 que aconteceu o intercâmbio e difusão do haiku entre haicaístas japoneses e brasileiros, constituindo-se, assim, outro caminho do haikai no Brasil. Foi naquela década também que apareceu a mais antiga coletânea de haikais chamada simplesmente Haikais, de Siqueira Júnior, publicada em 1933. Guilherme de Almeida, no ano anterior, havia publicado Poesia Vária, mas o livro não era exclusivamente de haikais. Fanny Luíza Dupré foi a primeira mulher a publicar um livro de haikais, em fevereiro de 1949, intitulado Pétalas ao Vento – Haicais. As rotas do haikai no Brasil podem ser resumidas cronologicamente da seguinte forma:
  • Em 1879, através do livro Da França ao Japão, de Francisco Antônio Almeida.
  • Em 1908, através da chegada dos imigrantes japoneses ao porto de Santos.
  • Em 1919, através do livro Trovas Populares Brasileiras de Afrânio Peixoto.
  • Em 1926, através do cultivo e difusão do haiku dentro da colônia por Keiseki e Nenpuku.
  • Na década de 1930, através do intercâmbio entre haicaístas japoneses e brasileiros, principalmente pelo próprio H. Masuda Goga.
  • Em 1983, Paulo Leminski escreveu uma biografia de Matsuô Bashô. Também publicou diversos haikais.
Com a ambientação e a difusão do haiku em língua portuguesa, algumas correntes de opinião sobre este se formaram:
  • A corrente dos defensores do conteúdo do haiku;
  • A corrente dos que atribuem importância à forma;
  • A corrente dos admiradores da importância do kigo.
Os defensores do conteúdo do haiku são aqueles que consideram algumas características do poema peculiares, como a concisão, a condensação, a intuição e a emoção, que estão ligadas ao zen-budismo. Oldegar Vieira é um haicaísta que aderiu a essa corrente.
Os que consideram a forma (teikei) a mais importante seguem a regra das 17 sílabas poéticas (5-7-5). Guilherme de Almeida não só aderiu a essa corrente como criou uma forma peculiar de compor os seus poemas chamados de haikais “guilherminos”. Abaixo, a explicação da forma conforme o gráfico que o próprio Guilherme elaborou:
_______________ X
___ O ______________ O
_______________ X
Além de rimar o primeiro verso com o terceiro e a segunda sílaba com a sétima do segundo verso, Guilherme dava título aos seus haikais. Exemplo (GOGA, 1988, p. 49):
Histórias de algumas vidas
Noite. Um silvo no ar,
Ninguém na estação. E o trem
passa sem parar.
Os admiradores da importância do kigo respeitam em seus haikais o termo ou palavra que indique a estação do ano. Jorge Fonseca Júnior é um deles. Apesar de existirem essas distinções retratadas aqui como correntes, nomes como os de Afrânio Peixoto, Millôr Fernandes, Guilherme de Almeida, Waldomiro Siqueira Júnior, Jorge Fonseca Júnior, José Maurício Mazzucco, Wenceslau de Moraes, Oldegar Vieira, Osman Matos, Abel Pereira e Fanny Luíza Dupré são importantes na história do haikai no Brasil.
Fonte: wikipedia.com